NOSSO TEMPO
Cleide Canton


Escuta, vida minha, o meu apelo
cercado de carinhos inflamados,
em versos que recito com tal zelo
nas pausas de compassos solfejados.

Escuta o meu amor nesta sonata
que toca com ternura o coração
e entre tantas proclamo flor-da-nata
as páginas compostas sem borrão.

Escuta, sonho meu, este chamado
sincero e plenamente apaixonado
e volve o teu olhar ao meu olhar.

Então tu saberás que eu te venero
e, diante do teu tempo, sempre espero
o meu, que gira muito devagar!

SP, 15/05/2007
16:50 horas



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Arte Final Cleide Canton

 

 

 

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Página editada por Cleide Canton em 08 de abril de 2012

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