LUA, DOCE LUA
Cleide Canton



Ó lua doce a se mostrar, despida,
aos olhos meus tão ávidos de encantos,
acalma a dor, enxuga estes meus prantos,
deixa a saudade no peito dormida. 
 

Ó lua mansa, doce inquerideira
dos meus sorrisos e dos meus segredos,
já se faz hora de aplacar meus medos,
tormento cinza na noite hospedeira.
 

Eu te ofertei o meu sonho primeiro
como te oferto agora o derradeiro
envolto em luzes e dourados laços,

embora eu tenha ainda o travesseiro
que sempre foi fiel e companheiro
a quem entrego, crente, os meus abraços.

SP,16/10/2004
17:30 horas

 

 

 

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Página editada em 15/11/2004

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