FUMAÇA NOS OLHOS
Cleide Canton


E quando o sol se debruça
sobre a noite encantada,
as estrelas dançam luzidias
até o clamor da madrugada.

O nosso canto também cintila
sob holofotes multicoloridos
ao som da velha melodia
que inebria nossos sentidos.

Caem os muros da imaginação.
Somos apenas você e eu
no trançar dos passos lentos
do sonho que numa noite se perdeu.

Ainda há fumaça nos meus olhos
e tristeza pelo amor inacabado.
Ainda restam sombras que bailam
num coração eternamente apaixonado.


SP, 09/02/2005
18:32 horas

 
 
 
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 Página editada em 18/03/2005

 

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