COLHER ESTRELAS
Cleide Canton
 
 
Quando vejo teus olhos sempre acesos
na ânsia de sondar o mundo novo,
dou liberdade aos sonhos antes presos
e vibrando nos teus eu me comovo.

Então vejo a brancura da inocência,
sem temer qualquer chuva ou qualquer o frio,
colhendo rosas nessa adolescência
que uma vez, no passado, me sorriu.

Vejo-me em ti sem véus e sem vaidade,
usando os róseos tons da castidade
para chegar aos céus em vôo certo.

Que sejam sempre azuis tuas quimeras
e de sol tuas tantas primaveras
colhendo estrelas mil em céu aberto.

SP,21/08/2006
23:00 horas
FORMATAÇÃO SIMONE CZERESNIA
 
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Página editada por Cleide Canton em 12/09/2006

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