CERZINDO VERSOS
Cleide Canton
 
 
 
Voando nas alturas rompem asas
daqueles que procuram pelos sonhos,
e quando não alcançam, quão tristonhos
são martírios dançando sobre brasas.
 
Morre a chama, aventura malfadada,
morre o sopro, ilusão que se perdeu...
 E eu pergunto: Onde foi que se escondeu
 a beleza que um dia foi sonhada?
 
De que valem as asas remendadas
se até mesmo a vontade soçobrou
nos descuidos das minhas madrugadas?
 
Mas os versos, amigos de jornada,
vão surgindo no tempo que restou
desse tudo que agora é quase nada.
 
 
SP, 28/01/2009
21:40 horas

 

 
FORMATAÇÃO SIMONE CZERESNIA

 

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Página editada por Cleide Canton em 06 de junho de 2009

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