ABRAÇO DO INFINITO
Cleide Canton
 
 
Tu sabes que eu não me canso
de olhar estrelas cadentes.
Voam meus sonhos com elas
para mundos diferentes.
 
Estrelas são naus errantes
sem rota pre-definida.
São faíscas oscilantes
do meu céu em avenida.
 
No centro delas me sinto
passageiro sem destino,
encantado e mui faminto,
sem chefia, um interino.
 
E me beija o vento norte
e me guia a lua cheia.
Brindo a vida,  bebo a sorte
deste amor que me incendeia.
 
E, no abraço do infinito,
eu te vejo terno e meu.
Era certo, estava escrito:
Meu amor é todo teu!
 
SP, 20/12/2005
19:30 horas
 
 
 
ABRAZO DEL INFINITO
Cleide Canton
Versão - Altair Magno
(falecido em 30/12/2007)
 

Sabes que no me canso
de mirar estrellas cadentes.
Vuelan mis sueños con ellas
para mundos diferentes.

Estrellas son naves errantes
sin ruta pre definida.
Son chispas oscilantes
de un cielo en avenida.

En el centro de ellas me siento
pasajero sin destino,
encantado y hambriento,
sin autoridad, interino.

Y me besa el viento norte
y me guía la luna llena.
Brindo la vida, bebo la suerte
de este amor que me incendia.

Y en el abrazo del infinito
yo te veo tierno y mío.
Era correcto, estaba escrito:
Mi amor es todo tuyo.

 
  
FORMATAÇÃO SIMONE CZERESNIA
 

 

 

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Página editada por Cleide Canton em 27 de dezembro de 2005

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